Técnicos debatem controle da peste suína clássica
1 de novembro de 2018 - 13:21 #doenças #erradicação #suinocultores
Ascom |
Aécio Santiago - aeciofsantiago@gmail.com
Com o surgimento recente de vários focos da Peste Suína Clássica, em alguns municípios da região Norte do Estado do Ceará e, prontamente, detectados pelos técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri) e da Empresa de Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), foi realizado na manhã desta quinta-feira (1º), no auditório da empresa, em Fortaleza, encontro com técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Ematerce, visando repassar para os técnicos da vinculada da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) as atualizações técnicas de controle da peste.
A reunião visou promover a integração e a cooperação entre os órgãos estaduais na notificação, controle e orientação aos suinocultores sobre a doença.
Participaram da reunião o presidente da Ematerce, Antônio Amorim, o representante da Adagri , Joaquim Sampaio, o coordenador geral de Planejamento Zoossanitário, do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Ronaldo Teixeira, Guilherme Marques, diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa e Caio Breno, diretor de Defesa Agropecuária na Superintendência do Mapa no Ceará.
O palestrante Ronaldo Teixeira enfatizou a importância da Ematerce e da Adagri como orientadores e tomadores de decisão junto aos suinocultores, objetivando a erradicação da doença nas áreas infectadas. As providências, que devem ser tomadas, com urgência, para o controle da doença e de sua não proliferação passam por evitar a aquisição de animais provenientes de áreas suspeitas, a aplicação de boas práticas de sanidade e biossegurança, bem como agilizar a notificação de novos focos e áreas suspeitas. A população suína do Estado do Ceará é de 768.061, conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Vale ressaltar que a Febre Suína Clássica causa sérios prejuízos econômicos aos suinicultores e à economia do Estado do Ceará, por causa alta mortalidade dos animais jovens e adultos, grande perda de peso e o fechamento das exportações internas e internacionais.